
um gole, uma mesa
nuvens e nuvens de fumaça de cigarros
ela anda pelas ruas
ela dança dentre carros
curvado sobre a mesa
escrevo meu relato
com a caneta do garçom
no papel de guardanapo
era embalada pelos ventos
ate ele a queria
milagre divino dos olhos negros
obra de arte da anatomia
Cruzava as pedras dormentes
daquela cidade antiga
uma canção de pura beleza
nas ruas daquela vila
Baila ela dos olhos da noite
nessa bela sinergia
como pode ser tão bela...
como tanto eu a queria.
escrevo eu esses versos simples
na mesa daquele bar
esperando paciente
se ela irá me encontrar
Espero que tenhas gostado do que o vento me soprou ^^
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